UM DIA FELIZ..

UM DIA FELIZ..

quinta-feira, 16 de abril de 2009

PARA A PESSOA QUE AMO


Demore na dúvida e descubra a sabedoria que insiste em esconder na ausência de palavras. Nem sempre a resposta está pronta. Há uma beleza na dúvida que vale a pena ser apreciada. Forjar a resposta antes do tempo é a mesma coisa que colher frutos verdes.
Responder perguntas é fácil. Difícil é ensinar a conviver com as dúvidas.
Viver para responder cansa. Sentimo-nos na obrigação de dar resposta para tudo. Não sabemos dizer que não sabemos, insistimos em falar de coisas que não acreditamos, só para não termos que enfrentar o desconcerto do silêncio. Falamos porque não suportamos a ausência de respostas.
Talvez seja daí, que muitas pessoas vêm buscando respostas como; “Por que sofremos? Por que as pessoas boas sofrem tanto?”.
A dor em nossa vida gera muitas perguntas, principalmente quando a morte bate em nossa porta. Existem dúvidas que nem mesmo a religião consegue responder. Jesus ensinou aos seus discípulos a conviver com a dúvida criativa, nem sempre Jesus dava resposta pronta. Maria também guardava tudo em seu coração, mesmo sem entender.
Conviver com a dúvida é uma forma interessante de construir respostas. O sofrimento de agora, geram ensinamentos que só poderão ser recolhidos amanhã.
Nisso consiste a beleza da religião; ajudar a conviver com a dúvida, nutrir a esperança que não nos deixa esmorecer, preparar o coração para os tempos reservados para o silêncio da existência. O silêncio faz parte da existência do homem.
A vida não é feita de só de dúvidas, pois o cristianismo tem respostas belíssimas, mas há dúvidas que só serão respondida ao longo da vida, e ainda outras dúvidas, que nem a vida responde, só o Céu poderá responder.
Respostas não caem do Céu, mas são geradas no processo histórico que o ser humano realiza. Viver é maturar, é amadurecer, é superar horizontes, acolher novas possibilidades e descobrir respostas onde não imaginamos encontrar.
A dúvida de hoje pode ser a certeza do amanhã.

está escutando isso?
- sim amor, é seu coração
- não... este agora é só teu!
te amooooo



A cada troca de palavras, a cada expressão feita. Enquanto eu te imagino, enquanto eu te espero ansiosamente. Teu sorriso é um refúgio e tuas alegrias minhas alegrias.
Nessa atmosfera de sonhos eu me encontro confusa, sabes que minhas palavras são sinceras e toda essa poesia reveladora. E teus olhos, teus pequenos olhos que me revelam um encanto alegremente maduro, estes que jamais encontrei em alguém. Sabes que meus dias cansados e tristes mostram minha necessidade de estar perto. Sabe que me fazes um bem incomparável, e cada canto, cada esquina esconde um segredo. E o mar. Essa imensidão toda não é capaz de me assustar e nada me impede de falar: Ah Como eu gosto de você!

terça-feira, 14 de abril de 2009




Me recordo que o amor verdadeiro sempre é colocado no jeito diferente a partir daquilo que a criatura amada recebe de cuidados. O amor de verdade que amadurece a vida, tem a tarefa e o dom. A gratuidade nos leva com o amor

segunda-feira, 13 de abril de 2009


A vida exige leveza, assim como a viagem. A estrada fica mais bonita quando podemos olhá-la sem o peso de malas nas mãos.

Seguir leve é desafio. Há paradas que nos motivam compras, suplementos que julgamos precisar num tempo que ainda não nos pertence, e que nem sabemos se o teremos.

Temos a pretensão de preparar o futuro. Eu tenho. Talvez você tenha também. É bom que a gente se ocupe de coisas futuras, mas tenho receio que a ocupação seja demasiada. Temo que na honesta tentativa de me projetar, eu me esqueça de ficar no hoje da vida.

Os pesos nascem desta articulação. Coisas do passado, do presente e do futuro. Tudo num tempo só. fabiana toscano

Tão bom viver dia a dia...
A vida assim, jamais cansa...
Viver tão só de momentos
Como estas nuvens no céu...
E só ganhar, toda a vida,
Inexperiência... esperança...
E a rosa louca dos ventos
Presa à copa do chapéu.
Nunca dês um nome a um rio:
Sempre é outro rio a passar.
Nada jamais continua,
Tudo vai recomeçar!
E sem nenhuma lembrança
Das outras vezes perdidas,
Atiro a rosa do sonho
Nas tuas mãos distraídas...
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Mário Quintanda